terça-feira, 20 de agosto de 2013

Grande mídia: The New York Times - berço da desinformação


Exemplo das belas "nótícias" do mais que centenário jornal americano (fundado em 1851):

"Mussolini usufruiu uma ampla e extremamente favorável cobertura na imprensa durante mais de dez anos após o início de seu governo. Ele era recorrentemente celebrado pelo The New York Times, que publicou inúmeros artigos louvando seu estilo de governo. Ele foi louvado em coletâneas eruditas como sendo o exemplo de líder de que o mundo necessitava na era da sociedade planejada. Matérias pomposas sobre o fanfarrão eram extremamente comuns na imprensa americana desde o final da década de 1920 até meados da década de 1930." (Lock Rockwell, em artigo do Instituto von Mises, em 20 de agosto de 2013).

"Não pronunciou uma única palavra", sobre o extermínio dos ucranianos pela fome, planejada e executada pelo regime soviético na década de 50....publicou falsas notícias como a de que "o papa que favoreceu Hitler" e "os americanos estão destruindo tudo quanto é obra de arte". Essas são algumas das mais notórias mentiras e omissões intencionais, sistematicamente propagadas (ou silenciadas) respectivamente nas décadas de 80 e 90 e  durante a invasão do Iraque após o 11 de setembro de 2011 (Olavo de Carvalho, vídeo do Mídia Sem Máscara, em 20 de agosto de 2013).

Os fatos: O regime comunista da ex-USRR, o mesmo que persiste incólume precisamente até hoje, executou seu perverso plano de castigar o país satélite por suas "desobediências": impossibilitar o plantio e consumo de alimentos da população ucraniana, à risca, até a morte por inanição de cerca de 7 milhões de homens, mulheres e crianças, um verdadeiro holocausto friamente planejado e executado.  Na verdade a difamação do papa Pio XII (parte de programas sistemáticos de desinformação dos comunistas) foi promovida pelo regime soviético logo após a Guerra, ainda na década de 50, mas prontamente rechaçada pelos próprios judeus. Após reconhecer que foi o único grande líder que abrigou e sistematicamente ajudou os judeus a escapar da fúria nazista, um líder rabino inclusive até se converteu ao cristianismo. Os americanos cuidaram de preservar e conservar todas as obras de arte da quadrimilenar tradição persa.

O detalhe cruel: a mídia brasileira sistematicamente perpetua as notícias desse infame jornal, inclusive por mera montagem e transcrição de releses da sucursal americana, com todo seu pacote recheado de ideologias e muita desinformação implantada, conforme informação de um experimentado jornalista, no alto de seus de 40 anos de profissão, que é o pensador, filósofo e professor Olavo de Carvalho.

Um lembrete aos desavisados: eventualmente, conforme este jornalista, para não ser totalmente desmascarado, esta e muitíssimas outras das grandes mídias globais e nacionais, costumam usar o recurso de publicar parte dos fatos corretamente, mas depois. Algum tempo depois que errônea e amplamente noticiados por ocasião do momento de seu maior interesse como notícia quente, quando o assunto já esfriou ou caiu no esquecimento do público em geral. O faz em pequenas notas, lá pela 10a, 20a página, quiçá espremida entre dois grandes anúncios publicitários. Eles pensam que somos palhaços?




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